Plano de tecnologia prevê mais infraestrutura e inclusão digital em Salvador

Garantir acesso às tecnologias de informação e comunicação a todos os soteropolitanos, melhorar a qualidade de vida, principalmente de quem mora em comunidades carentes, é um dos focos do Plano Diretor de Tecnologia da Cidade Inteligente (PDTCI), que será elaborado num prazo de seis meses. Nesta quinta-feira (25), o Hub Salvador, no Comércio, reuniu empresários dos ramos de tecnologia, engenharia e consultoria interessados em conhecer o termo de referência para construção do documento.

A proposta para construção do PDTCI foi apresentado pela Prefeitura, por meio da Companhia de Governança Eletrônica (Cogel), numa apresentação que contou com transmissão via videoconferência, inclusive, para empresas que não possuem escritório na capital baiana. “Já fizemos uma consulta pública e pesquisa de preço. Queremos trazer de forma clara e mais transparente o termo de referência aos parceiros interessados, tirando as dúvidas para que todos possam fazer as propostas para participar da licitação de elaboração do plano”, disse o presidente da Cogel, Alberto Braga.

O Plano Diretor de Tecnologia da Cidade Inteligente estabelecerá as linhas de política pública, no que diz respeito à tecnologia digital, para a promoção de um modelo de cidade inteligente, inovadora, sustentável, inclusiva e centrada no cidadão.

Na prática, estão previstas iniciativas como criação de uma infovia – infraestrutura de rede de comunicação de dados de alto desempenho com capacidade para suportar diversas aplicações e fornecer serviços. O plano também abarca a execução de projetos como implantação da Nuvem Urbana, ou seja, uma solução de armazenamento de grandes volumes de dados, promovendo integração da capacidade de processamento dos centros computacionais da administração pública municipal.

Há ainda outras inciativas em destaque, como a inauguração do Observatório Salvador. Trata-se de um centro integrado de governança e operação que funcionará como “cérebro” de uma gestão urbana inteligente. O local de funcionamento das instalações ainda será definido. A ideia é que o PDTCI seja um plano de cidade, que ajude a administração municipal a destinar investimentos em tecnologia com mais eficiência.

“Um dos pilares desse plano de tecnologia é fazer um diagnóstico da cidade para, a partir disso, fazer as intervenções. Não existe cidade inteligente sem infraestrutura de alta qualidade”, destacou o presidente da Cogel, Alberto Braga. “Dessa cidade inteligente é que a gente vai fazer com que os serviços, sejam eles de mobilidade, saúde, educação, se tornem mais eficientes e céleres”, emendou o gestor da Cogel.

Com esses avanços tecnológicos, exemplificou, também deverão ser beneficiadas estruturas públicas em áreas periféricas, a exemplos de acesso à internet sem fio em praças e chegada de rede ótica de qualidade a escolas municipais do subúrbio que carecem de internet banda larga.

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