Sem reajuste salarial desde 2018, vigilantes entram em greve; Marta defende categoria

A vereadora Marta Rodrigues (PT) saiu em defesa da greve dos vigilantes, deflagrada terça-feira (10) após assembleia no sindicato da categoria, no bairro de Nazaré. Marta destaca que os profissionais não recebem reajuste salarial há dois anos consecutivos, contrariando o que determinam as leis trabalhistas e a Constituição Federal.

“A categoria tenta, sem sucesso, negociação com o patronato para obter seus direitos. Antes de deflagrar a greve, realizaram mais de 14 rodadas de diálogo, também sem sucesso, e estão sem receber reajuste desde 2018. A greve é extremamente legítima e deve encontrar apoio de todos os trabalhadores que respeitam as leis trabalhistas”, destacou.

Ainda conforme a vereadora, a categoria exerce atividades de risco diariamente para colaborar com a segurança de diversos espaços da cidade e, consequentemente, dos cidadãos. “É uma causa justa e estou do lado de quem defende o trabalhador”, declarou a vereadora.

Reivindicações

Os vigilantes reivindicam um aumento de 13% no salário (sendo 8% correção da inflação de 2018 e 2019 e 5% de ganho real), além de aumento do tíquete alimentação de R$13 por dia para R$23. Os patrões oferecem aumento de 1,5% no salário. 

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