Não é obrigação de Léo Santana abraçar o povo, mas um dia a conta chega

Tempos difíceis em que patógenos invisíveis passaram a regular e regulamentar nossas vidas. De alguns dias para cá, perdemos o direito de ir e vir, direito de abraçar, de cumprimentar, enfim, DIREITO DE VIVER EM SOCIEDADE. O intuito, apesar de doloroso, é válido: conter essa peste que assola o terrestre. Estamos em guerra.

Por este momento atípico, que certamente vai passar, aparecem situações inusitadas, como a proposta do Léo Santana de doar 10 cestas básicas em comunidades carentes a cada 10 mil pessoas que entrassem em sua live marcada para a próxima sexta-feira (03/04). O público reagiu e a a emenda saiu pior do que o soneto. O artista de 2 metros de altura, 31 anos e nascido em fez uma polêmica declaração: “nenhum ser humano tem obrigação nenhuma de ajudar ninguém”.

O objetivo aqui não é defender Léo, mas apesar da insensibilidade, ele não mentiu. Ninguém é obrigado a ajudar o próximo, porém, um dia a conta chega. É questão de foro íntimo. Como bem pontuou um amigo que me ajudou nessa reflexão e preferiu não ser identificado: “conheço tanta gente, que tem muito mais grana que ele, amigos meus, que não tão nem aí”. A verdade é que Léo não saberia nem fazer a conta de 10 x 100 quando entrasse na casa de 1 milhão, gente. Crucificar ele já é demais. Compará-lo com e Luciano Huck, que fizeram doações milionárias, também é desproporcional. MUITAS PESSOAS ESTÃO PROPONDO DESAFIOS e inclusive, jogadores fizeram isso. Talvez Léo tenha se dado importância demais e imaginado, por exemplo, que sua live ultrapassaria mais de 5 milhões de pessoas. Com isso, teria que doar mais do que podia.

As pessoas estão sensíveis, cobrando soluções de seus problemas, que por certo ainda virão com muito mais intensidade do que este período de isolamento social. Neste momento de tempos de guerra, a obrigação de abraçar a população mais carente é do Estado, não é minha, não é sua, nem de qualquer outra pessoa. Os tributos, por sinal exorbitantes, servem para que, neste momento, venham suprir as necessidades básicas da população. Os governantes precisam entender isto, sob pena de ingressarmos em um buraco no qual não iremos sair.

Precisamos cobrar dos nossos governantes, eleitos democraticamente, através de nosso VOTO, que nos abracem, que nos cumprimentem, e que nos devolvam o direito de ir e vir. Esse é o papel do Estado, independente de socialismo, neo-liberalismo e afins. ESTADO, POR FAVOR, ABRACE O SEU POVO.

Por Ramon Margiolle
Editor do Informe Baiano

De quarentena, Léo Santana pede desculpas e esclarece declaração equivocada; vídeo

 

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