Sputnik V: Venezuela recebe 1° lote de vacina que Rui Costa articula para Bahia

A Venezuela recebeu no sábado (13/02) um lote de 100 mil vacinas Sputnik V. Trata-se da primeira remessa do produto que combate o vírus da Covid-19. A carga é oriunda de Moscou, na Rússia. O país sul-americano, vizinho ao Brasil, participou dos ensaios clínicos do Sputnik V. O lote representa 1% do total acertado em novembro com a Rússia.

A vacina é a mesma que o governador Rui Costa articula desde o ano passado para a Bahia. Assim como a Venezuela, Rui também fez um acordo de cooperação com a Rússia. A Procuradoria Geral do Estado (PGE), inclusive, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para comprar diretamente a vacina.

No dia 15 de Janeiro, Rui revelou nas redes sociais que o acordo prevê fornecimento de até 50 milhões de doses.

“Não podemos assistir passivamente baianos e brasileiros morrendo diariamente diante da incapacidade do Governo Federal. Se eles não têm capacidade de fazer nada, melhor que peçam demissão ou renunciem. O povo brasileiro não merece ser maltratado e humilhado. Precisamos reagir!”, escreveu Rui na época.

Na sexta-feira (12/02), por determinação de Rui, a PGE pediu ao STF urgência para a análise da liberação para importar e distribuir vacinas “ainda que sem registro” na Anvisa. O procurador do estado da Bahia, Miguel Calmon Dantas, ressaltou na petição “a gravidade da situação sanitária do Estado em decorrência da escassez da vacina”. O governo baiano diz ainda que o Ministério da Saúde enviou “quantitativo deveras aquém do que seria necessário” para vacinar a população do estado.

No sábado (13/02), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou o andamento sobre análises das vacinas contra a covid-19 submetidas à agência reguladora.

A União Química, responsável pela vacina Sputnik V no Brasil, permanece em reuniões com o órgão. Conforme a Anvisa, o laboratório solicitou a certificação da fábrica de Guarulhos (SP), onde pretende realizar a formulação e o envase do medicamento. A Anvisa agendou a vistoria para o período de 8 a 12 de março. A certificação para os locais de fabricação do IFA, o insumo farmacêutico ativo, no Distrito Federal e na Rússia, não foi solicitada até o momento, segundo a agência. As datas das inspeções teriam sido acordadas com as empresas farmacêuticas.

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