Grade de proteção quebra após confusão e sete estudantes morrem em universidade

Sete estudantes da Universidade Pública de El Alto (Upea), na Bolívia, morreram na terça-feira (02/03). Havia dezenas de pessoas encostadas em uma grade de proteção, que quebrou e as pessoas caíram. Uma mulher chegou a ficar presa a um pedaço de ferro e foi salva por colegas. A distância para o solo era de 15 metros.

Os jovens participavam de uma assembleia extraordinária convocada pelo Centro Estudantil quando iniciou o empurra-empurra e ocorreu a fatalidade.

O comandante da polícia, Jhonny Aguilera, confirmou que o número de estudantes mortos é de sete, quatro homens e três mulheres, e que as idades variavam entre 19 e 27 anos. Segundo ele, 11 pessoas caíram após a quebra da grade, mas uma delas conseguiu se jogar no terceiro andar.

Sobre a investigação do acidente, Aguilera declarou que primeiro é preciso estabelecer as causas que levaram à reunião, já que encontros do tipo estão proibidos devido as medidas de combate à pandemia da Covid-19 O comandante afirmou que a polícia analisará os vídeos fornecidos pela universidade em que duas mulheres são vistas brigando, e uma delas cai e morre. A outra moça será intimada a depor.

No momento do acidente, três estudantes morreram devido ao impacto, enquanto os outros quatro faleceram nos hospitais. Outros feridos permanecem internados sem condições informadas.

“Expresso minhas mais sinceras condolências ao povo de El Alto e às famílias enlutadas. Esperamos que os fatos sejam esclarecidos em breve”, pronunciou-se o presidente da Bolívia, Luis Arce. A Upea emitiu uma nota oficial em que também lamentou o que definiu como “acidente fortuito” e destacou que o ocorrido está sob investigação policial, além de funcionários realizarem uma averiguação interna. Diferentes setores estão questionando porque mais de 60 estudantes foram autorizados a se aglomerarem em um único andar, sem as medidas de distanciamento e biossegurança devido à pandemia do coronavírus, e sob quais condições a assembleia estudantil foi permitida.

No prédio do curso de Administração de Empresas, estava sendo realizada uma reunião de estudantes para discutir questões financeiras, com as quais houve algumas discordâncias que provocaram reclamações e conflitos. Em vídeos que circulam nas redes sociais, os jovens podem ser vistos juntos protestando nos corredores que levam a um salão onde a assembleia acontecia, momentos antes de um dos corrimões ceder. “Houve uma assembleia, apesar de haver uma resolução que proíbe reuniões, mas eles deixaram este grupo de estudantes entrar. Houve uma assembleia com confrontos e troca de empurrões, e sete estudantes caíram”, relatou o reitor da Upea, Henry Huanca, a uma estação de rádio local.

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