Após polêmica em Ipiaú, Samuel Júnior critica “ditadura da militância gay”

O deputado estadual e pastor Samuel Júnior (PDT) criticou, nesta terça-feira (16/11), a “ditadura da militância gay”, que “está em implantação”.

“Por toda vida se denominou a orientação homossexual como homossexualismo, sem que ninguém chamasse os gays de doentes. Agora muda a nomenclatura para tornar criminosos todos que pensam diferente. Nem a igreja pode declarar a verdade bíblica. Onde vamos parar?”, questionou.

A declaração do parlamentar aconteceu, supostamente, após o Ministério Público da Bahia (MP-BA) firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com um pastor da Primeira Igreja Batista de Ipiaú. O evangélico se retratou por ter proferido discurso apontado como homofóbico durante um culto que foi divulgado no Youtube, no dia 30 de Junho.

O pastor teria criticado duas empresas que realizaram campanhas publicitárias promovendo o Dia Internacional do Orgulho LGBTIA+. Além disso, teria incentivado fiéis para que não consumissem os produtos das empresas.

Em cumprimento ao TAC, o pastor se retratou no culto do último dia 10 de novembro, que foi divulgado pelo Youtube. Ele também se comprometeu a não proferir a expressão do tipo ‘homossexualismo’, que ao possuir a superada conotação de doença, se mostra discriminatória e ofensiva, e outras palavras que possam ter conotação discriminatória contra pessoas LGBTIA+”.

O objetivo do TAC, conforme a promotora de Justiça Alícia Violeta Botelho foi garantir o respeito à dignidade da pessoa humana e à diversidade sexual como decorrência dos direitos fundamentais ao livre desenvolvimento da personalidade, da liberdade e da igualdade, em consonância com os direitos fundamentais à liberdade de expressão e à liberdade religiosa.

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