Cris Correia defende retomada das aulas sem obrigatoriedade da apresentação da caderneta de vacina

Diante de prejuízos incalculáveis com dois anos de pandemia, seria um equívoco condicionar o retorno às aulas presenciais à obrigatoriedade da vacinação nas crianças. Isso iria dificultar essa retomada. A afirmação é da presidente da Comissão de Educação da Câmara de Salvador, Cris Correia.
Em recente entrevista, o prefeito de Salvador, Bruno Reis, afirmou que provas internas demonstraram desempenho ruim de alunos da rede.
Para além disso, a dez dias do início das aulas, o Unicef divulgou dados nada alentadores sobre as consequências da pandemia da COVID-19 para as crianças em idade escolar. A divulgação aconteceu neste 24 de janeiro, Dia Internacional da Educação.

“Devemos usar todo nosso conhecimento e poder de persuasão para fazer com que pais matriculem seus filhos. Por outro lado, as escolas precisam estar aptas para receber os alunos, com conteúdo de qualidade, diversificado, com salas adaptadas para receber de forma acolhedora os alunos que acabaram perdendo o hábito de estudar”, avalia Cris Correia.

DADOS ALARMANTES – A preocupação da vereadora com a evasão escolar não é sem razão. De acordo com o Unicef, em todo o Brasil, um em cada dez estudantes de 10 a 15 anos relatou que não planeja voltar às aulas assim que sua escola reabrir.

Na educação, os impactos da pandemia não param por aí. Em vários estados brasileiros, três em cada quatro crianças do 2º ano estão fora dos padrões de leitura, número acima da média de uma em cada duas crianças antes da pandemia.

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