Brasil tem desafio de garantir envelhecimento populacional com qualidade

Políticas de acolhimento
De acordo com dados do Sistema Único de Assistência Social (Suas), há, no Brasil, 1.669 instituições de acolhimento de s. Muitas pessoas conhecem apenas as instituições de longa permanência, conhecidas popularmente como asilos. Não obstante, existem outros modelos em funcionamento no país, como os centros de convivência, onde s que têm autonomia praticam atividades recreativas e aprendem novos ofícios, e os chamados centros-dia, que em geral recebem pessoas que precisam receber algum tipo de atendimento terapêutico.
Tais opções ainda são restritas e estão concentradas em grandes centros urbanos, mas podem ser saídas para a situação vivenciada por muitos s que não têm companhia e também para os membros de que precisam ou desejam trabalhar fora de casa, mas têm responsabilidades com os mais velhos.
Atualmente, cerca de 60 mil pessoas usam os diferentes serviços de acolhimento existentes, informa a coordenadora-geral de Serviços de Acolhimento do Ministério do Desenvolvimento Social, Nilzarete de Lima. Apesar de o número ser expressivo, Nilzarete diz que ainda há desconhecimento sobre os serviços e também preconceitos. “É muito presente a ideia de que as pessoas acolhidas nessas instituições são aquelas que não têm mais família e que, por isso, o atendimento dado não é adequado e não respeita a individualidade delas”.
Nilzarete reconhece, contudo, que problemas existem, e diz que tem buscado superá-los. Um problema central é a diversidade de padrões adotados nas instituições, o que está relacionado ao fato de 70% a 80% delas serem ligadas a instituições filantrópicas ou outros tipos de organizações da sociedade civil, explica Nilzarete. O governo federal participa dessa política por meio do co das ações e do estabelecimento de regras de funcionamento.
Nos últimos anos, o governo atua para reordenar a prestação dos serviços. Superando a antiga concepção assistencialista rumo à afirmação da assistência social como direito, diz Nilzarete, “a gente vem trabalhando com uma política de inclusão dos s à comunidade e de reordenamento dessas unidades, para que seja adotada uma nova visão, como política de Estado, de direito e de proteção social”. Em vez de um lugar onde os s são abandonados ou de um hospital permanente, ela propõe que as instituições sejam a casas dessas pessoas e ofereçam atendimento humanizado.
Para promover essa visão, ela ressalta que o Ministério do Desenvolvimento Social participa de uma câmara técnica que, junto com outras pastas, conselhos de direitos e organizações da sociedade civil, objetiva estudar a rede existente e propor esse reordenamento. Financiamento, estrutura dos locais e características dos serviços ofertados são algumas das questões analisadas. “Queremos que as tenham a segurança de que vão deixar alguém no serviço de atendimento, mesmo o temporário, e de que esse parente vai ser cuidado”, afirma.
Formação profissional

Ronaldinho Gaúcho e o irmão devem ser soltos semana que vem

As investigações sobre o "Caso Ronaldinho" foram concluídas essa semana e o Ministério Público do Paraguai decidiu que não vai apresentar nenhuma nova denúncia contra o ex-jogador...

Uvas do Vale: Agricultura irrigada na região do São Francisco rende vinhos de qualidade

Quem poderia imaginar que, no meio do Semiárido, produtores rurais conseguiriam produzir uvas viníferas com tanta qualidade? A agricultura irrigada na região do São Francisco não só...

Dois sucos que reduzem a azia e combatem a inflamação

O refluxo estomacal é um dos problemas digestivos mais comuns, provocando sintomas incômodos que vão desde a sensação de ardor na parte superior do esôfago até à...

Gripário de Bom Jesus dos Passos começa a funcionar nessa sexta-feira (07)

Os moradores das nas ilhas de Maré, Bom Jesus dos Passos e Paramana já podem contar com mais um importante equipamento para assistência às pessoas com sintomas...