A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, costuma ser chamada de “doença silenciosa”, já que, na maioria dos casos, não provoca sintomas. Mesmo assim, alguns sinais podem surgir e servir de alerta para que a doença seja investigada antes de causar complicações mais graves.
Em um vídeo publicado no TikTok, o médico Anpdamo destacou sintomas que podem estar relacionados ao aumento da pressão arterial e que muitas vezes acabam sendo ignorados.
Entre os principais sinais estão:
* Dor de cabeça ao acordar: especialmente quando acontece com frequência nas primeiras horas da manhã.
* Visão embaçada ou pontos brilhantes: alterações na visão podem ocorrer porque os vasos sanguíneos dos olhos são sensíveis às mudanças na pressão.
* Falta de ar: cansaço excessivo ao realizar atividades simples, como subir escadas, merece atenção.
* Sangramentos frequentes pelo nariz: quando recorrentes e associados a outros sintomas, podem indicar alterações na pressão arterial.
* Ansiedade ou sensação constante de inquietação: algumas pessoas relatam apenas um mal-estar sem causa aparente.
Especialistas ressaltam que esses sintomas, isoladamente, não confirmam o diagnóstico de hipertensão, mas são motivos para medir a pressão arterial e procurar avaliação médica.
Cuidados ao acordar
O cardiologista Tariqshah Syed, em entrevista à revista Parade, orienta que pessoas com pressão alta evitem levantar da cama de forma brusca, principalmente quem faz uso de medicamentos anti-hipertensivos.
A recomendação é permanecer sentado na beira da cama por um ou dois minutos antes de ficar em pé, reduzindo o risco de tonturas, desmaios e quedas.
Além disso, o especialista recomenda beber água logo pela manhã, tomar corretamente os medicamentos prescritos e deixar exercícios físicos mais intensos para mais tarde, optando por alongamentos e movimentos leves nas primeiras horas do dia.
Importante: a única forma de confirmar a hipertensão é por meio da medição da pressão arterial e da avaliação de um profissional de saúde. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, menores são os riscos de complicações como infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doença renal.





