A campanha do segundo turno para presidente da República começou a esquentar em todo o país. Na Bahia, militantes ligados ao PT foram às ruas com passeatas, caminhadas, carreatas e discursos em defesa da democracia. Ao mesmo tempo, episódios de agressividade afastam cidadãos e aumentam a rejeição ao PT.
A mobilização busca ampliar o apoio a Lula e ao mesmo tempo concentra o discurso em eleitores já convencidos, sem conseguir dialogar com segmentos que pensam diferente.
Outro episódio que alimentou a discussão política envolve prints atribuídos à deputada federal eleita por Minas Gerais, Ana Elisa, que alcançou mais de 500 mil votos. Nas mensagens que circulam nas redes sociais, ela é acusada de fazer declarações hostis contra pessoas brancas e de defender ataques a igrejas.
Enquanto isso, o bolsonarismo procura direcionar o debate para propostas de segurança pública e para o endividamento das famílias brasileiras, temas que passaram a ocupar espaço nas declarações do presidenciável Flávio, que terminou o primeiro turno na dianteira com mais de 2,2 milhões de votos de frente.
Ainda é cedo para apontar um vencedor. A campanha está em andamento, e o resultado dependerá da capacidade de cada candidatura de conquistar votos e convencer eleitores que ainda não definiram sua escolha. Porém, uma coisa é certa: Flávio continua na dianteira.





