Antes de desaparecer, Vado foi orientado a não renunciar ao mandato, confirma Leo Prates

“Saiu com um modelo de carta de renúncia nas mãos e foi impedido pela assessoria da Câmara, dentro dos argumentos, para não renunciar, já que a assessoria viu que ele estava bastante abalado emocionalmente”, disse o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Leo Prates (DEM), na manhã desta quarta-feira (05/12) sobre o sumiço do colega Vado Malassombrado, que está desaparecido desde terça-feira (03/12).

Leo disse ainda que os assessores do Legislativo recomendaram que Vado refletisse antes de qualquer medida. A causa da renúncia é desconhecida e o caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), da Polícia Civil.

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