Prefeitura inicia reconstrução de escola em São Cristóvão nesta terça (08)

Para atender melhor crianças em fase escolar da comunidade de São Cristóvão, a Prefeitura irá demolir o (Rua Poço Verde, Conjunto Habitacional São Cristóvão, próximo à Escola Municipal São Cristóvão) para dar lugar à construção de uma nova unidade. A ordem de serviço será assinada pelo vice-prefeito, Bruno Reis, nesta terça-feira (8), às 9h. O novo CMEI terá 1.833,02 metros quadrados e capacidade para 400 alunos – com a reforma, serão ofertadas 260 novas vagas para estudantes da Educação Infantil. O investimento será de R$ 4.215.946,00.

A futura unidade de ensino terá coordenação, secretaria, diretoria, sala dos professores, depósito de material didático, brinquedoteca, sala multiuso, solário, 10 salas de atividades, parque infantil, refeitório, cozinha, triagem de alimentos, depósito de alimentos, lavanderia, depósito de material de limpeza, elevador, banheiros para alunos, professores, funcionários e pessoas com deficiência e guarita. A capacidade da unidade é para 80 alunos de G2 e G3 em tempo integral em quatro salas. Nas outras seis salas, os demais distribuídos em seis turmas, de G4 e G5 por turno.

A creche funcionava em uma casa localizada na Rua Poço Verde, Conjunto Habitacional São Cristóvão, s/n, São Cristóvão, ao lado da Pró Rural (Loja de produtos agrícolas). A creche foi por muito tempo de competência do governo do Estado. Em 16 de janeiro de 2008, passou para o poder do município. Em 2018, foi transferida para um galpão alugado pela Prefeitura, que fica no mesmo bairro (Av. São Cristóvão, nº 58- B, São Cristóvão), mas que atendia a apenas 140 crianças.

A unidade de ensino em São Cristóvão é a sétima dos 16 Centros Municipais de Educação (CMEI) a serem reconstruídos pela administração municipal, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Desde o dia 8 de novembro do ano passado, já foram iniciadas a reconstrução de seis escolas em Plataforma, Bom Juá, Fazenda Grande do Retiro, Boa Vista do Lobato, Engenho Velho da Federação e Sussurana. A meta é que, até 2020, não exista mais escolas em pré-moldado em Salvador. Somente ano passado, foram aplicados R$250 milhões a mais do que o exigido no orçamento municipal em saúde e educação.

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