Lauro de Freitas: missa de 58 anos de emancipação política é marcada pelo sentimento de esperança

Fotos: Lucas Lins

Mesmo com a reabertura parcial de espaços religiosos, foi de casa que devotos de Santo Amaro de Ipitanga acompanharam a missa pelos 58 anos da emancipação política de , transmitida pelas da Igreja Matriz, nesta sexta-feira (31). A cerimônia foi presidida pelo novo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Cardeal Dom Sérgio da Rocha, e concelebrada pelo padre Juraci Oliveira e outros membros da igreja. No templo de quatro séculos, autoridades municipais e estaduais cumpriram protocolos que determinam o distanciamento mínimo entre pessoas, dentro da capacidade permitida, e o uso de álcool em gel e medição de temperatura.

Com agradecimentos a Deus pela permissão de poder participar de mais uma missa comemorativa da emancipação política de , a prefeita Moema Gramacho ressaltou os esforços no combate ao . “Primeiro quero parabenizar nosso município e o povo desta terra. São 58 anos de emancipação, mas também de 412 anos de história que começa, principalmente, por essa Paróquia de Santo Amaro de Ipitanga. Igreja que deu nome inicial a cidade e depois transformada em a partir de 1962”, relatou.

Segundo a prefeita, a missa de emancipação celebrada na Igreja Matriz foi possível em função do decreto que flexibilizou a reabertura de espaços religiosos. “Este ano não teremos festas porque estamos vivendo uma pandemia. Mas fazemos a homenagem ao nosso povo do município com agradecimentos. São 58 anos de construção. Agradeço a todos os gestores que me antecederam, cada um fez sua parte, e com a colaboração de servidores. A todas as famílias e pessoas que contribuíram com as administrações para o desenvolvimento deste município”, concluiu.

Na cerimônia religiosa, o sermão do Cardeal Dom Sérgio da Rocha refletiu o momento sobre como olhar para o passado com gratidão. “Celebrar do município, seus 58 anos, é uma ocasião privilegiada para expressar ação de graças a Deus e gratidão a todas as pessoas que de alguma maneira tem contribuído para a construção da cidade. Esse olhar para o passado, diante de Deus, ele se estende para o amanhã. Nós olhamos para o amanhã com esperança. Sem ela não se pode pensar o amanhã. Seja da própria vida, da família ou da cidade”, disse.

Dentro da igreja, os espaços demarcados nos assentos que caberiam até seis pessoas por banco foram preenchidos por alternâncias de duas pessoas. Inevitável não recordar dos anos anteriores em que tudo ficava lotado, até na área do mezanino que desta vez não foi disputado pelos mais jovens. A secular Igreja Matriz de Santo Amaro de Ipitanga, patrimônio histórico que comporta mais de 400 pessoas, também sofreu adaptações assim como todas as estruturas sociais em tempos de pandemia. Em casa ou seguindo os protocolos presencialmente no templo, o sentimento da celebração foi de renovação da fé, desejo de prosperidade e esperança por dias melhores.

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