Nova técnica busca acelerar testagem de coronavírus em lugares remotos

O Grupo Fleury coloca em rotina teste inédito de diagnóstico da COVID-19 que analisa proteínas do novo (SARS-CoV-2) diretamente de amostras clínicas do trato respiratório. Assim como o teste molecular, além de ser um método altamente confiável e servir como alternativa para falta de insumos do exame RT-PCR considerado padrão-ouro, o teste por proteômica desenvolvido totalmente in house, e em tempo recorde de apenas dois meses pela área de Pesquisa e Desenvolvimento, consegue democratizar o acesso a todos os públicos em diferentes regiões do . A descoberta inaugura caminho, paralelamente, para expandir análises de fisiologia do vírus e seu potencial infectante, abrindo oportunidade para novas perspectivas da dinâmica da doença no .

Também recomendado para pessoas que apresentam nos primeiros três a sete dias os sintomas da COVID-19, o teste é realizado a partir de amostra de raspado (swab) de nasofaringe ou orofaringe – material obtido da mucosa do fundo do nariz ou da garganta com uma haste flexível (cotonete estéril). O exame apresenta sensibilidade próxima ao do RT-PCR que detecta o RNA do vírus, mas o processamento do teste por proteômica é totalmente automatizado, reduzindo os riscos na manipulação das amostras, no tempo de análise e mantendo a confiabilidade dos resultados.

O teste diagnóstico que analisa proteínas do vírus se destaca neste momento da pandemia pela maior estabilidade das amostras que podem ser transportadas em temperatura ambiente, ampliando o acesso ao teste a regiões remotas. Trata-se de uma triagem de alto rendimento, que tem o potencial de analisar mais de 1.500 amostras por dia, o que pode duplicar a capacidade do que já é o usado como referência no Grupo Fleury e proporcionando rapidez na detecção da doença e controle na expansão de casos.

“O método por proteômica é uma vantagem para o consumidor final, bem como para laboratórios com dificuldades de armazenamento das amostras a temperaturas adequadas e transporte. Sua tecnologia apresenta alta especificidade, o que abre perspectiva para uma alternativa de testagem em massa com alto rendimento, possibilitando encontrar a solução de como fazer a saída gradual e segura do ”, explica Dr. Celso Granato, infectologista e diretor Clínico do Grupo Fleury. “A vantagem do teste por proteômica é que os seus reagentes não competem com os do RT-PCR. A possibilidade de detectar um novo marcador além do RNA abre novas perspectivas no seguimento da dinâmica do vírus e seu potencial infectante”, completa.

O teste por proteômica do Grupo Fleury está disponível para os hospitais, laboratórios e clínicas em regiões distantes dos grandes centros do País. O resultado fica pronto em três (3) dias úteis.

Entenda como funciona o teste por proteômica da COVID-19

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