Refrigerantes atingem metabolismo e aumentam riscos de doenças cardíacas

Não é novidade dizer que os refrigerantes fazem mal. A bebida tem vindo a ser associada a um maior risco de obesidade e vários outros problemas de saúde. Porém, como explica a Eat This, Not That!, a aumento de peso que resulta do consumo de refrigerantes não se deve apenas ao excesso de calorias do açúcar. Em parte, também pode ter a ver com a forma como os açúcares do refrigerante afetam o seu metabolismo.

É que os açúcares adicionados podem realmente desacelerar o metabolismo. Falamos, mais concretamente, da frutose, o açúcar frequentemente usado em refrigerantes.

Um estudo de 2012 mostrou que as pessoas que bebiam bebidas adoçadas com frutose diminuíram significativamente o número de calorias que queimavam diariamente, ou seja, o metabolismo desacelerou, em comparação com pessoas que não consumiam bebidas adoçadas com frutose.

Quando a frutose passa pelo sistema digestivo, ela vai para o fígado, onde é convertida em gordura. Isso aumenta os níveis de triglicerídeos. Tanto o aumento de peso devido ao excesso de calorias em refrigerantes quanto os altos níveis de triglicerídeos devido ao excesso de frutose fazem parte da síndrome metabólica. Esse conjunto de sintomas metabólicos aumenta o risco de doenças cardíacas, diabetes e derrame.

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