Candeias: Silvio Correia não vota projeto que gera 5 mil emprego e revolta população

O presidente da Câmara de Vereadores de Candeias, Silvio Correia (PV) convocou a população, mas não colocou o PDC – Projeto Desenvolve Candeias para votação, apesar de o projeto constar na pauta da casa legislativa e contar com a presença dos 17 vereadores. O projeto já tramita há 47 dias na Câmara, mas o presidente tenta manobras para evitar a votação, chegando a entrar na justiça contra a votação do projeto.

A sessão que estava marcada para ser iniciada às 9h não aconteceu, pois o presidente se recusou a abrir a sessão. Silvio entrou com um mandado de segurança na Justiça da cidade para impedir a votação, deixando a população e os vereadores aguardando por mais de 4 horas.

Uma moradora da cidade, Minéia Belo, desabafou: “Chegou uma pessoa no meu setor que estava indo pro Caps, para fazer tratamento psicológico. O povo precisa trabalhar, não precisa de esmola não. Eu quero o impeachment desse presidente”.

O projeto prevê investimentos em R$ 1 bilhão e pode gerar até 5 mil empregos na cidade, já tramitando por todas as comissões da Câmara, sendo aprovado pela comissão orçamento e finanças. Na última terça feira (28/09), o vice-presidente, Valdir Cruz (PV), fez uma questão de ordem para votação do projeto e a mesma foi aprovada.

“O projeto está na Casa, já foi discutido, a comissão já aprovou, nós tivemos tempo suficiente para tirar as duvidas. Pela importância que é o projeto se faz necessário que esse projeto seja votado no dia de hoje” afirmou Valdir.

Na sessão de hoje, apesar do presidente estar na Câmara, ele não abriu a sessão, levando o vice-presidente a tentar abrir votação. Neste momento, o presidente da Casa ordenou que os funcionários fossem embora e desligou o som. Os vereadores da base do prefeito continuaram em plenário, mas as luzes e os sons da Câmara foram desligados, sem a votação do projeto.

Emprego e Renda

O PDC prevê que a prefeitura dará incentivos fiscais, além de diminuição de impostos como ITIV, IPTU e ISS em até 100%. Em troca, as empresas deverão contratar o mínimo de 80% da mão de obra local. O projeto da prefeitura prioriza os jovens, mulheres e pessoas com idade acima de 50 anos.

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