Marta e Suíca se encontram com diretores do Colégio Portinari e dão continuidade ao debate antirracista nas escolas

A presidente da Comissão de Direitos Humanos e de Defesa da Democracia Makota Valdina, vereadora Marta Rodrigues (PT), esteve em uma reunião no Colégio Portinari, ao lado do vereador e presidente da Comissão de Reparação, Suíca (PT), na manhã desta sexta-feira (3), para dialogar com a direção da instituição a respeito de medidas educativas e informativas de combate ao racismo. Ambos os vereadores tem discutido meios de combater o racismo em unidades escolares e estiveram reunidos, no dia 25 de novembro, no Colégio Sartre.

A reunião da manhã desta sexta (3) ocorreu pouco mais de uma semana após vir à tona o caso de uma adolescente, estudante bolsista e filha do porteiro da escola Portinari, ser alvo de ataques racistas em um grupo de WhatsApp. Nas mensagens, um dos estudanteS afirma que vai iniciar uma arrecadação para tirar a garota do subúrbio. “Vamos fazer uma vaquinha pra te tirar da favela. Debaixo da ponte já serve”.

A escola Cândido Portinari chegou a enviar nota à imprensa considerando a conduta inaceitável e, em seguida, proibiu que os alunos envolvidos fossem rematriculados. “Estivemos aqui como vereadores, mas também como pessoas comprometidas com a luta antirracista, para ouvir a escola e ver como podemos pensar ações de combate ao racismo e a todo tipo de intolerância e preconceito. Ações como estas devem servir de exemplo para todas as instituições, nosso objetivo é que seja algo cotidiano”, declarou Marta.

Para o vereador Suíca, a reunião foi bastante propositiva. “Nosso intuito é que as comissões colaborarem com o tratamento das questões raciais nas escolas, buscando realizar ações informativas e educativas para conscientizar os estudantes pelo fim do racismo na nossa cidade”, afirmou. Da escola, estiveram presentes a diretora Silvana Araujo e o gestor administrativo Alecir Silva.

Colégio Sartre – Já no dia 25 de novembro, aconteceu uma reunião entre vereadores de Salvador e a direção do Colégio Sartre para tratar do caso de racismo que aconteceu envolvendo alunos da instituição de ensino.
O caso da instituição em questão veio a tona após circularem prints com ataques racistas em um grupo do WhatsApp. O assunto está sendo acompanhado por uma comissão na Câmara , pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público.

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