Nova geomanta proporciona alívio e segurança a moradores de Castelo Branco

Fotos: Valter Pontes/Secom

Mais uma área de risco para deslizamento de terra em Salvador foi beneficiada com aplicação de geomanta. A estrutura foi inaugurada pelo prefeito Bruno Reis e pelo diretor geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macedo, nesta quinta-feira (5), na Rua J, Caminho 1, 3ª Etapa, no bairro de Castelo Branco.

Além da entrega, o prefeito anunciou ainda mais um investimento de R$2 milhões para continuar esse trabalho em outras comunidades da capital baiana. “Estamos entregando a 225ª geomanta da cidade, que, somadas às mais de 125 encostas recuperadas, somam 350 áreas de risco protegidas em toda a capital baiana. Já foram investidos mais de R$500 milhões em ações de prevenção. E é justamente por isso que temos uma cidade mais segura e pronta para enfrentar a chuva”

O chefe do Executivo municipal ressaltou ainda a importância da aplicação da geomanta. “Não se resolve problemas com discursos, mas com trabalho e estudo. Aqui, trazemos segurança para cerca de 50 famílias. Por isso mesmo, nos últimos anos não registramos nenhuma vítima das chuvas. E pretendemos fazer disso uma constante nos próximos anos. Não bastam apenas nas obras nas encostas, por isso investimos também em drenagem e outras ações do tipo”, completou Bruno Reis.

Geomanta – A proteção possui 605 m² de área e beneficia 52 famílias que residem nas imediações da encosta existente na localidade, proporcionando segurança e tranquilidade aos moradores em dias de chuva. A obra teve investimento de R$91,5 mil e integra as ações preventivas da Operação Chuva 2022.

Formada por um composto de PVC e geotêxtil com cobertura de argamassa jateada, as geomantas são capazes de impermeabilizar o talude evitando absorção de águas da chuva e, com isso, o risco de erosões e deslizamentos. Essas soluções são mais práticas e menos custosas em comparação às contenções de encostas tradicionais, sendo extremamente seguras e sempre passam por manutenção cotidiana.

A doméstica Roselita de Oliveira, 57 anos, mora na região há três décadas e já enfrentou algumas dificuldades com o mau tempo. “Antes da obra era um desespero. Era preciso usar uma pá para sair de casa em dias de chuva, porque a encosta cedia e entupia as valetas. Ninguém dormia na vizinhança, escutando os pedaços de barro caindo, saindo de casa a qualquer barulho mais forte. Hoje, o sono é tranquilo, não encontramos mais bichos peçonhentos nem lama dentro de casa”.

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