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Briga de papamikes: vídeo da confusão entre sargento ‘Carrasco’ e soldado em Cajazeiras

A confusão entre o sargento ‘Carrasco’ e um soldado do 22º Batalhão no bairro de Cajazeiras V teria ocorrido por causa de som alto. Uma testemunha relatou ao Informe Baiano que o servidor aposentado não respeitou nem mesmo a presença da guarnição, na noite de quarta-feira (26/07). “Ele tem uma Captiva preta, só anda com o som nas alturas”, disse.

Um vídeo enviado ao IB mostra parte da confusão entre os militares em via pública: “Eu vou lhe processar porque você está me filmando”, afirma o sargento e o soldado rebate: “Tire a minha da minha cara, tire a mão do meu rosto. Se afaste, se afaste”.

Posteriormente, o sargento Dilson Almeida, conhecido como “Carrasco”, divulgou a própria foto ao lado do veículo. Ele afirmou em entrevista ao IB que “meteram o fuzil na mina cara”.

“Eu acabei caindo em cima da minha Captiva. Amassou meu carro”, acrescentou “Carrasco”.

A suposta vítima disse que escutava um som com um amigo na rua onde mora. Ele disse ainda que mesmo se identificando como PM, o agente mandou ele abaixar o volume e o agrediu com um tapa no peito.

Contatada pelo IB para obter mais informações, a Polícia Militar disse que em caso de conduta contrária à legalidade, a PM disponibiliza o contato da Ouvidoria (0800 284 0011) e o endereço da Corregedoria da instituição para a vítima.

Nota do Sargento Almeida

Arbitrariedade, abuso do poder e desrespeito à hierarquia. Tudo isso pôde ser visto no fato ocorrido no último dia 26 de julho, no bairro de Cajazeiras 5, quando um soldado do 22º Batalhão da Polícia Militar abordou, de forma truculenta, o Sargento Almeida, morador da localidade, por conta do uso de som automotivo.

Sargento reformado, Dilson Almeida se encontrava em confraternização entre amigos, situação corriqueira no bairro, aguardando a presença de sua esposa, para comemorar 14 anos de união matrimonial, quando a guarnição da referida companhia surgiu no local.

O Sargento se dirigiu ao motorista da guarnição e o mesmo informou que o comando estava sob supervisão do Soldado Sampaio.

O mesmo, de forma arbitrária, saiu da viatura apontando um fuzil para o sargento, solicitando a documentação. Prontamente, Almeida informou ser Sargento RR e mostrou a documentação, impedindo a retenção da mesma.

Tal situação deixou o funcionário público irritado, gritando contra o sargento, culminando em agressão física e avaria em parte do bem.

“Ele me desobedeceu, me agrediu, amassou meu veículo e, por fim, resolveu filmar a parte que lhe convém. Agora eu pergunto, porque a Polícia Militar da Bahia, tão respeitada, não faz uma reciclagem com esses agentes, para que a população volte a ter total confiança?”, questionou.

“Estamos vendo atitudes absurdas em todo o estado, e essa poderia ter um fim trágico. Eu estava armado e precisei me conter. Jamais revidaria, é verdade, mas, se fosse uma outra pessoa despreparada, como este soldado, o resultado poderia ser triste”, complementou.

Sargento Almeida já procurou os meios civis legais, além da Corregedoria e Ouvidoria da Briosa.

Fundação Jose Silveira
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