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Informe Baiano
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‘Bonde do CV’ que atacou Calabar tinha bandidos de Feira de Santana e maioria dos mortos era do Buracão

Levantamento do Informe Baiano revela que todos os 15 bandidos localizados pela Polícia Militar na investida bem sucedida na região do Calabar e Alto das Pombas, na segunda-feira (04/09), estavam sem documentos.

As forças de segurança já conseguiram constatar que o grupo contava com criminosos de diferentes cidades baianas e também de bairros de Salvador, a exemplo de Tancredo Neves (Buracão), Federação (localidade do Forno), Gamboa, Nordeste de Amaralina, Itapuã, Aratuba (Ilha de Itaparica) e até da cidade de Feira de Santana. Apenas três eram e/ou são da localidade da Bomba, no Calabar. Eles estavam sendo usados pela facção como ‘guias’, pois conhecem bem a comunidade.

Além disso, a facção teria contado com o apoio de parte da família Floquet, que é antiga na região do Calabar e famosa por envolvimento com a criminalidade no passado e no presente.

No total foram apreendidos 6 fuzis, 8 pistolas e 3 granadas. O material bélico teria sido fornecido por Anderson Souza de Jesus, o ‘Buel’ ou ‘Manno’, que não tem mandado de prisão em aberto, mas estaria escondido no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. ‘Buel’ é investigado por mais de 100 homicídios, gosta de ostentar até dentes de ouro e é o principal alvo da polícia baiana.

Fontes do IB revelaram ainda que seis dos sete resistentes já foram reconhecidos por policiais. São eles: ‘Transformes’, ‘Cinquenta’, ‘Chico’, ‘Guma’ ou ‘Galego’, ‘Márcio’ e ‘Raian’. Esses dois últimos são membros da família Floquet. Os outros quatro também seriam oriundos da localidade do Buracão (Tancredo Neves).

‘Guma’ ou ‘Galego’ trata-se de Wendell Batista Santos da Silva, de 19 anos. Em um vídeo enviado ao IB ele aparece ostentando armas nas redes sociais. Em um dos registros o jovem exibe uma pistola e afirma que “‘nois’ gosta de beber sangue”.

Todas as ocorrências de auto de resistência e prisões no Calabar e Alto das Pombas foram registradas no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A facção CV é investigada pela inteligência da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

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