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Governo comunista de Fidel Castro ajudou Cartel de Medellín, revela aliado de Pablo Escobar

O ex-narcotraficante colombiano Carlos Lehder, uma figura central do Cartel de Medellín, que chegou aos Estados Unidos após extradição em 1987, lançou recentemente o livro bombástico “Vida e Morte do Cartel de Medellín”. As páginas da obra revelam detalhes sobre supostos negócios entre o cartel e governos latino-americanos, incluindo os sandinistas da Nicarágua e o regime cubano dos irmãos Fidel e Raúl Castro.

Lehder, agora aos 74 anos e residindo na Alemanha, compartilhou em uma entrevista à emissora La W, nesta segunda-feira (15/01), informações sobre as operações do grupo criminoso. Segundo ele, o cartel teria mantido acordos com o governo cubano para permitir a aterrissagem de aviões carregados de drogas na ilha. Lehder afirma que esses arranjos foram autorizados por figuras proeminentes, incluindo o próprio Fidel Castro.

“Contratei com o governo cubano autorizado por Pablo [Escobar] e por Gustavo [Gaviria], o primo de Pablo, para transportar cocaína às Bahamas”, afirmou Lehder, enfatizando a necessidade de permissão das autoridades cubanas para operações desse tipo.

O livro, que se tornou um dos mais vendidos na Colômbia desde o seu lançamento, mergulha ainda mais nas relações do cartel com Cuba. Lehder detalha acordos com Antonio de la Guardia, então chefe da Corporação de Importadores e Exportadores (Cimex) de Cuba, para utilizar pistas de aterrissagem com a aprovação de “seus superiores”.

Além das revelações sobre Cuba, Lehder também aborda uma até então pouco conhecida suposta relação com os sandinistas que governam a Nicarágua. Em 1984, enquanto fugia das autoridades, Lehder buscou refúgio em Manágua e estabeleceu acordos com o finado comandante sandinista e ex-ministro do Interior Tomás Borge.

“Federico Vaughan foi muito claro que o regime sandinista estava disposto a permitir ao cartel a utilização de pistas de pouso para transportar cocaína sul-americana para o México em troca de muitos milhões de dólares em dinheiro”, revelou Lehder.

Prefeitura Luis Eduardo Magalhães

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