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Informe Baiano
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Chuvas de verão causam impactos na rede de esgoto

O verão de Salvador é caracterizado pelas altas temperaturas, sendo comum as mudanças repentinas do tempo: um dia claro e ensolarado rapidamente se transforma em nublado, com a precipitação de chuvas rápidas e intensas conhecidas como chuvas de verão. Quando acontece, as águas arrastam sujeira, fuligem e lixo das ruas, escoam pela rede de drenagem pluvial da prefeitura e chegam às praias normalmente lotadas da cidade, preocupando os banhistas, que confundem as estruturas de saída da rede de drenagem de água de chuva com tubulações da rede de esgoto.

“A Embasa não lança efluentes sanitários nas praias”, esclarece o presidente da empresa, Leonardo Góes. “Todo esgoto coletado pela Embasa em Salvador é direcionado ao tratamento, contribuindo significativamente para a preservação do meio-ambiente, a balneabilidade das praias e a saúde da população”.

O sistema público de esgotamento sanitário, operado pela Embasa, coleta a água suja e esgoto descartado no ralo, na pia ou na descarga do vaso sanitário dos imóveis residenciais e comerciais. Já a rede urbana de drenagem pluvial, de responsabilidade da prefeitura, coleta a água da chuva que cai sobre todo o território da cidade. Por isso mesmo, a rede de drenagem tem aberturas (bueiros) ao lado das ruas, para escoamento imediato da chuva. Já a rede de esgoto é toda subterrânea e fechada, sem contato com o meio ambiente externo.

Manuella Andrade, diretora de Operação da Embasa na Região Metropolitana de Salvador. explica que os proprietários devem ligar seus imóveis à rede coletora de esgoto sempre que essa infraestrutura estiver disponível na rua. “Isso é fundamental para que o sistema de esgotamento sanitário possa cumprir seu papel de evitar que o esgoto vá parar na rede de drenagem e, consequentemente, nos rios e praias”, destaca. “A Embasa tem feito ações de fiscalização para identificar ligações clandestinas de esgoto nos canais e córregos urbanos, através de contratos contínuos de ligações de esgoto na cidade, além de executar novos ramais de esgotamento sempre que necessário de acordo com o crescimento da cidade”.

Outra atitude importante para garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento é nunca direcionar água de chuva para essa rede. Isso significa, por exemplo, lançar a água de chuva que escorre da calha do telhado sempre para a rede de drenagem. Abrir as tampas da rede de esgoto para escoar chuva, jamais. “Nossa rede é dimensionada para receber o esgoto produzido pelos imóveis, e não o grande volume da chuva, que ainda carrega areia, resíduos e muito lixo. A presença de lixo nas redes de esgoto ainda é a principal causa de extravasamentos da rede da Embasa”, destaca Manuella. Somente em 2023, foram executadas 25 mil desobstruções da rede de esgoto em Salvador, para retirar areia, pedras, buchas (emaranhados de fibras) e, principalmente, lixo. O lixo representa mais de 50% das dessas desobstruções e sua presença deve-se ao mau uso das redes interna (dentro do imóvel) e pública de esgoto.

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