E os políticos? Advogada que virou prostituta cobra R$500 por hora em Brasília

O nome dela de guerra é Simone Steffani e o verdadeiro Claudia de Marchi. Ela não revela se os principais clientes são políticos, mas trabalha em Brasília e prefere fazer mistério quando indagada. “Eu não preciso caçar político para ter prazer e ganhar o meu honesto dinheiro”. Seu programa custa R$500 a hora, independente de quem seja o cliente. “Eu amo esse meu trabalho, cara, mas eu amo mesmo! Não troco por nada!”.A advogada e professora universitária, de 34 anos, que largou as carreiras promissoras para virar prostituta de luxo, revela ainda em seu blog que é culta, não tem filhos e atuou 11 anos na área jurídica. Sou “inteligente, carinhosíssima, higiênica dos dentes às unhas dos pés. Amo beijos ardentes, fazer e receber sexo oral. Adoro anal e gozo fazendo! Sou gaúcha, cinéfila e estudante autodidata de Psicanálise”, diz o texto de apresentação no Blog simonesteffanibrasilia.blogspot.com.br.

Cláudia revela ainda que já foi casada e que a vida dela é um livro aberto. “Não advogo mais e a carteira da OAB está aí só pra demonstrar a naturalidade e, também o fato de eu ser inscrita no quadro do Rio Grande do Sul. Residi em Sorriso no Mato Grosso por exatos 2 anos e 11 meses. Lá só advoguei e lecionei. Cheguei com minha mãe no Mato Grosso em 1º/05/2013 e sai em para Brasília 07/04/2016 decidida a virar cortesã e em 11/04 tive meu primeiro encontro. Quando casada morei em Marau/RS e também fiquei 6 meses em Chapecó/SC numa fase ‘inter separação’ definitiva”, escreveu.

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