Sandro Bahiense exalta Dia da Independência e declara: “que um dia nossa nação seja considerada desenvolvida”

O tradicional desfile cívico do feriado da Independência, comemorado no 7 de Setembro, mais uma vez não acontecerá na Bahia por causa da pandemia da Covid-19, que já matou mais de 580 mil brasileiros. Ano passado, a festa não aconteceu pelo mesmo motivo. O evento ocorre desde o ano de 1949.

Fuzileiro naval da reserva, o vereador de Salvador, Sandro Bahiense, (Patriota) disse que a “medida foi acertada, pois havia risco de causar aglomeração e consequentemente mais pessoas infectadas”.

“Minha opinião não pode e não deve ser diferente disso. Eu venho fazendo blitz e cobrando constantemente nas escolas, justamente, para garantir que esse vírus não avance ainda mais. Em relação ao 7 de Setembro, não pode pensar de forma diferente. Porém, creio que ano que vem já vamos ter plenas condições de retomar e aí sim, faremos um evento lindo, histórico e sem risco de contaminação”, disse o edil.

“Senti muito não poder desfilar oficialmente. Eu que integrei a tropa de elite da Marinha do Brasil, com muito orgulho. Mas aproveito também para agradecer e relembrar nossos heróis e todos os agentes da Segurança Pública, seja municipal, estadual ou federal. Viva ao Brasil, viva ao Dia da Independência e que um dia a gente possa ser considerado em todo mundo uma nação desenvolvida, sem desemprego e com um um sistema de educação pública transformador. Força e honra”, finalizou Sandro Bahiense.

Decisão

A decisão de não ocorrer o tradicional desfile cívico do 7 de Setembro foi do Ministério da Defesa em comum acordo com as autoridades estaduais e municipais. Na capital baiana, o desfile é feito na Avenida Sete de Setembro com militares das Forças Armadas, policiais, bombeiros, guardas municipais e estudantes, além de hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador.

A data é um marco histórico e representa o dia em que Dom Pedro, em 7 de setembro de 1822, proclamou a independência do Brasil as margens do Rio Ipiranga e trouxe a frase “Independência ou morte!”, em referência a separação entre Brasil e Portugal. O ato ficou conhecido como o “Grito do Ipiranga”. O Brasil, então, deixou de ser uma colônia portuguesa e passou a ser uma nação independente.

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