CAPES investirá R$4,3 milhões em combate à vulnerabilidade social

ACAPES publicou nesta quarta-feira, 1º de junho, o Edital nº 28/2022, com a segunda seleção do Programa Emergencial de Prevenção e Enfrentamento de Desastres Relacionados a Emergências Climáticas, Eventos Extremos e Acidentes Ambientais. Pela nova ação, denominada Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Vulnerabilidade Social e Direitos Humanos, a Fundação investirá até R$4,3 milhões em um máximo de 12 projetos. As propostas devem ter abordagens voltadas aos direitos humanos, com objetivo de melhorar as condições de vida de pessoas que passaram por eventos extremos.

“Com esse edital, queremos subsidiar, através dos avanços científicos na alta formação de pessoas em doutorado e pós-doutorado, a formulação de políticas públicas para prevenir e enfrentar situações de vulnerabilidade social decorrentes de emergências climáticas, como deslizamentos, enchentes, incêndios e seca”, explica Cláudia Queda de Toledo, presidente da CAPES. Os eventos devem ter ocorrido entre 2020 e 2022. Os eixos estratégicos incluem temas como preservação de direitos fundamentais, formulação de propostas para mitigar impactos socioeconômicos, gestão de risco, e políticas públicas para aperfeiçoar a proteção social.

Os projetos visam à formação de recursos humanos altamente qualificados em programas de pós-graduação stricto sensu. Serão concedidas até 60 bolsas, sendo 36 de pós-doutorado e 24 de doutorado. As propostas devem ser apresentadas por meio do Sicapes entre 10 de junho e 27 de julho. A divulgação do resultado final está estimada para a partir de 18 de novembro e o início dos projetos, para dezembro.

A primeira seleção do programa foi voltada para Emergências Climáticas e tem resultado previsto para o segundo semestre deste ano.

Sobre o programa

Programa Emergencial de Prevenção e Enfrentamento de Desastres Relacionados a Emergências Climáticas, Eventos Extremos e Acidentes Ambientais é uma ação permanente, por meio da qual a CAPES pretende promover a troca de conhecimento entre a academia e o poder público, a fim de que os resultados dos estudos possam ser aplicados à realidade das regiões atingidas. A Fundação também quer estimular o desenvolvimento de produtos, serviços, tecnologias, materiais didáticos e mecanismos que ajudem a encontrar soluções para os problemas relacionados aos desastres.

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